Político é vítima de brincadeira on-line com Mia Khalifa

Ex politico

A última vítima destas piadas foi o chanceler mexicano de ascendência brasileira, Marcelo Ebrad, que a partir de sua conta oficial no Twitter parabenizou um aluno excepcional de Oxaca chamado Miranda Garcia, que foi premiado com o segundo lugar nas competições da Perpetual Motion Machine realizadas no mesmo ano na Rússia.

Para sua surpresa, ele foi vítima de uma piada online e a garota em questão não era uma estudante, ela não era mexicana e muito menos seu nome era Miranda Garcia; ela mesma era a ex-atriz porno Mia Khalifa! Obviamente, minutos depois ela removeu essa mensagem de suas redes e carregou outra em que pediu desculpas por ter sido vítima desses ciberjogadores.

“Deepfake” e o seu impacto na Política e na Pornografia

Imagem de um robot com uma cara humana

Hoje em dia, vivemos na era da tecnologia e esta evolui a um ritmo estonteante. Uma das tecnologias mais recentes que estão a dar que falar são as “deepfake”. De acordo com a definição da wikipedia, uma “deepfake” é “uma siglonimização de “deep learning” (aprendizagem profunda em inglês) e “fake” (falso em inglês), é uma técnica de síntese de imagens ou sons humanos baseada em técnicas de inteligência artificial.”

A pornografia e a política estão a ser as áreas mais afetadas por esta nova tecnologia. Em sites como o pornhub, esta tecnologia tem sido usada pelos utilizadores, para criar videos falsos de celebridades, na sua grande maioria mulheres, de carácter sexual sem o consentimento das mesmas. No que toca à política, já houve relatos de políticos que usaram vídeos “deepfake” de modo a difamar os opositores e, deste modo, mudar a percepção do público acerca das vítimas.

Ana Gomes – avanços e recuos na candidatura à presidência da república de 2020

Há poucos dias, ao longo de uma deslocação conjunta do Primeiro-Ministro e do Presidente da República à fábrica da Autoeuropa, António Costa deixou transparecer que muito provavelmente ali regressaria com Marcelo Rebelo de Sousa durante o ano inicial do 2º mandato da presidência do mesmo.

Soaram os alarmes no PS, e em poucas horas começaram a ouvir-se opiniões desde dentro do partido, algumas em concordância com as afirmações do primeiro ministro, outras que não queriam acreditar que o dirigente máximo do partido posso ter lançado a mais que provável recandidatura de Marcelo à presidência.